Fazendo vitimas


Bem, muita mistificação existe sobre vampirismo e ultimamente temos visto supostos magistas com varinhas cheias de brilho e um cristal rosa na ponta, fazendo supostos pactos com supostos deuses negros e supostos espíritos vampíricos e então se dizendo vampiros e não sabem nem o que é energia.

Mas na realidade, como drenar uma vitima?
Primeiramente, deite-se e relaxe. Sinta a vida e a energia dentro de você e veja como você pode controlar e modelar essa energia, sinta a natureza dela. Após sentir o que é energia e diariamente meditar para ter maior controle dela, você pode começar a fazer vitimas.

Escolha uma vitima que te faça sentir atração, uma vitima saudável e bonita até mesmo porque você não se alimentaria de uma gororoba assustadoramente horrível. Após escolher sua vitima, olhe fixamente para ela e se concentre. Respire fundo mentalizando e sentindo que está puxando a vitalidade e a beleza dela para você, caso tenha uma intimidade maior pode drenar a vitima enquanto beija ou toca fisicamente. Você provavelmente sentirá uma formicação no corpo, alegre, eufórico e perceberá a vida percorrendo por dentro de você.


Quando tiver facilidade na primeira pratica, passe para o exercício a distancia, onde você se concentra na foto da pessoa ou no nome completo e respira fundo, puxando a vitalidade dela. Caso queira você pode usar um objeto e se concentrar nele, sentindo o elo que existe entre ele e o dono e usando essa ligação energética para puxar a vitalidade do dono para você. Para isso basta ter o objeto em mãos e se concentrar nele até que se sinta conectado com o dono dele, e então comece a puxar a vitalidade e a energia.

Depois de ter feito a primeira técnica você pode perceber que criou um elo energético, já que tudo que você toca sempre cria uma teia de energia que leva a você, e através desse elo você pode se concentrar na imagem da pessoa na sua mente e drenar. Essas técnicas também podem ser usadas para influenciar as pessoas.

Para complementar esta pratica, seria interessante uma comunhão com os deuses mortos vivos.

1 - Bael





Posição Zodiacal
0-4 graus de Áries
Data de poder
Março 21 .-25. * (21-30 março)
Carta do Tarô
2 de Paus
Cor da Vela
Preta
Planta
Samambaia
Planeta
Sol
Metal
Ferro * (Ouro)
Elemento
Fogo

Bael é um espírito que muda de forma - seja gato (instinto, discrição), sapo (a forma de Ahriman, portal da auto-iniciação do Diabo ou Mestre da Bruxaria Anglicana). Quando convocar Bael, faça isso no círculo evocação - absorva a essência dentro deste círculo - o foque a mente para que esteja alinhada e emersa nas sombras da identificação antropomórfica do espírito até que "ele" torne-se você.Com isso você vai trabalhar sua capacidade de mudar a sua própria forma nos sonhos. As 66 legiões de espíritos familiares podem ser comandadas pela vontade para conseguir lguns resultados na obtenção do conhecimento que procura. Bael é um poderoso espírito familiar que pode trazer muitos impulsos instintivos em relação aos animais e as mudanças de forma em sonho.

Pseudomonarchia daemonum


Pseudomonarchia daemonum (em português, algo como "falsa monarquia dos demônios") é um apêndice do tratado sobre bruxaria De daemonum de praestigiis escrito por Johann Weyer (também chamado Wier ou Wierus) em 1577.

Neste texto, Wier listou e hierarquizou os nomes de diversos demônios acompanhando-os as horas apropriadas e os rituais para invocar-los. Embora próximo do em sua natureza ao grimório A Chave Menor de Salomão possui diferenças em relação a este. Contém informações sobre 69 demônios (em vez de 72), e disto, tanto na ordem quanto na descrição dos demônios. Os demônios listados em A Chave Menor de Salomão que não aparecem na Pseudomonarchia são: Vassago, Seere, Dantalion e Andromalius. Em certas edições, listam 68 demônios em função de um erro de tipografia (o número 38 havia sido atribuido ao mesmo tempo a Purcel e Furcas) Weyer referiu a sua fonte de manuscrito como Liber officiorum spirituum, seu Liber dictus Empto. Salomonis, de principibus et regibus daemoniorum. (Livro das obras dos espíritos, ou o livro chamado Empto, Salomão, concernente aos Príncipes e Reis dos Demônios).

Mas, na entrada para um demônio, nos princípios de contabilidade geralmente aceitos ou reconhecidos (através da ordem dos contadores) ou na sua derivação, o texto se recusa a Salomão, como o autor de invocações, indicando Can, filho de Noé, em vez disso:

'There were certeine necromancers that offered sacrifices and burnt offerings unto him; and to call him up, they exercised an art, saieng that Salomon the wise made it. Which is false: for it was rather Cham, the sonne of Noah, who after the floud began first to invocate wicked spirits. He invocated Bileth, and made an art in his name, and a booke which is knowne to manie mathematicians.


Havia certos necromantes, que ofereciam sacrifícios e queimas para ele, e ao invoca-lo, eles exerceram uma arte, dizendo que o sábio Salomão o fizera. O que é falso, pois era ele, Ham, o filho de Noé, que começou após o primeiro por invocar espíritos malignos. Ele invocou Bileth, e fez uma arte em seu nome, e que é o livro conhecido como maniacos matemáticos.


Ele também menciona o Purgatório, chamando-lhe de "Cartagra".

Causadores Divinos da ‘Perturbação’


Levando em consideração os vários comentários a cerca do Livro dos nomes mortos escrito por Abdul Al Hazred - foi feita uma analise parcial sobre as forças opostas no processo de criação, levando em conta, também, estudos a cerca dos deuses do Antigo Egito. – É interessante deixar claro que não estamos afirmando nada sobre a veracidade da existência de Abdul Al Hazred uma vez que um grupo seleto de estudiosos afirma que Al Hazred nunca tenha existido.
Analisando alguns fragmentos de “O livro dos nomes mortos” onde comenta a cerca dos Antigos
sua descendência, temos:

“Os Antigos avidamente oprimiram os caminhos das trevas e suas blasfêmias inundaram a terra, a criação inteira inclinou-se diante de sua potência e reconheceu sua perversidade. [...] Os deuses mais antigos, co-criadores (e partes da criação), expulsaram-nos da Terra para o vazio dos espaços onde reina o caos e que não abrigam qualquer forma.”

Lembrando apenas que toda a história humana indicia que desde sempre o Caos se faz presente neste processo infinito de evolução cosmogónica que, miticamente ou não, sempre representou o próprio homem, entre a razão e a fé, nas suas diversas facetas culturais. Sabemos que este é apenas um fragmento radical a cerca da necessidade humana que percorre toda a extensão da terra na tentativa de encontrar o “portal” de acesso a real compreensão da nossa existência.

No Egito, a força primordial, o Caos original, chamava-se Num que a partir do “Nada” “Tudo” se criou. Seus mitos ganharam forma e contribuíram para criação de tudo o mais. Assim acontecia que o mundo não era exatamente conforme a ordem divina. Muitos deuses misturavam-se a esse drama e assumiam o papel de inimigos nas intrigas míticas. A serpente Apófis era um ser liminar, uma ressurgência no universo organizado da inorganização primordial, uma das forças do não-existente que perturbava o existente. Quando a fome se abatia sobre o país, era porque a barca de Ra encalhara no “Banco de areia da serpente Apófis”.

Seth, tão brutal e perigoso como Apófis, era, ao contrario, um dos elementos da criação. Com certeza um elemento desordenado, o vento quente que varria o deserto, o eterno litigante e rival de Hórus, mas que figurava honrosamente nos grupamentos divinos.[...] – Em suma, os causadores de perturbações pertenciam a duas categorias: de um lado, o agitador, o mal necessário, Seth, o intratável e seu diversos avatares (Crocodilos, serpentes, escorpiões, asnos e etc.), de outro, Apófis e suas transformações (Serpente, Nehaher, Nik, Rik etc.). Inimigo mortal de Rá, Apófis era o niilista da catástrofe final. Para ele não se tratava de levar perturbação ao mundo, mas de suprimi-lo.

Ainda em outras culturas encontramos outros mitos, causadores de perturbações, que ao longo das eras contribuíram para o processo de construção, destruição e reconstrução do nosso Universo, lançando nas mãos do acaso o futuro da humanidade que se submetia às conseqüências da perturbaçã o gerada a partir da Vontade divina.

Considerando que nem todos os mitos travaram lutas entre si, a maioria, se não todos, de uma forma ou de outra, interferiram no ciclo transmutativo do Universo, entre eles: Thor, deus guerreiro escandinavo e correspondente ao mito védico Indra, costumava festejar suas vitórias sobre as forças do Caos, não hesitou em adornar-se de noiva para recuperar seu precioso martelo e destruir Thryn e assim manter seu povo a salvo e em paz.

Ahriman, deus das trevas no mazdeismo, causava o desalento da humanidade por oposição a Ormazd que é a manifestação do Infinito no que tange a benignidade no Universo, por esta razão seus crédulos sabem que a derrota de Ahriman é certa e por esta razão e também por devoção e confiança a Ormazd eles se mantêm firmes mesmo quando suprimidos pelo mal de Ahriman.

No panteão induista, Shiva representava a selvageria indomada, o guerreiro transformador que destrói para construir algo novo, enquanto Vishnu era o deus destruidor daqueles que ameaçavam a boa ordem.

De Pan Gu, originador de todas as coisas na cosmogonia chinesa, surgem duas forças, dois extremos ou princípios universais que irão formar novas combinações que causarão o desequilíbrio e o equilíbrio no Universo. Já na Babilônia, Marduk, depois de derrotar Tiamat, utilizou-se dos restos dessa “personificação do mar” para criar todo o Universo e é justamente com o sangue de Kingu, deus rebelde e desordeiro, que Marduk cria os homens, talvez este seja um ponto de consideração quando as manifestações desordeiras de Kingu através das ações humanas.

Para o homem crédulo e tolo, todos os acontecimentos, são manifestações das deidades em que crê em, muitas vezes interpretadas como castigo e condenação por alguma falha humana, insatisfação, e como provisão dévica que representam a satisfação divina quanto a “relação” entre o homem e a deidade. Porém para os sábios, as manifestações supostamente divinas são apenas representações dos ciclos de transformação física do Universo que interferem na condição existencial humana.

É certo que grandes nomes de buscadores alquímicos, gurus alienados na busca da compreensão do Todo, criaram meios para compreender o funcionamento do Universo sem olharem para dentro de si mesmos e por desaperceberem o fato de que são “parte” Daquilo que também não está aqui, descreveram diversos caminhos, mas nada comprova que os acessaram.

Abdul Al Hazred, seja um personagem fictício ou não, revelou o caos dentro de si cada vez que negava as manifestações do conhecimento que adquirira chegando a ponto de enlouquecer sistematicamente entre a linguagem dos Deuses mais velhos e a linguagem deturpada do homem. No entanto Al Hazred descobriu o caminho da Grande Raça e foi tomado por Cthulhu, talvez como gratificação por ter-se dado conta de que era “Um” dentre “muitos”. A cada microsegundo de existência o ser humano com seus infinitos fragmentos do Universo, sendo ele próprio um fragmento, encontra-se num novo estágio de subversão sintética sempre em busca da transformaçã o necessária para canalizar a linguagem de acesso ao portal do mundo daqueles que estão além do nosso tempo e espaço.


Para melhor entendimento seria interessante analisar o texto: “Co-herdeiros do Caos”

Co-herdeiros do Caos


Baseado no artigo ‘profeta relutante’ de Stephen Sennitt

H. P. Lovecraft através de seus sonhos pode ter tido acesso ao universo paralelo que o permitiu relatar profecias a cerca da destruição do nosso mundo através de forças advindas do Caos. As perguntas a cerca das datas relacionadas a esse terror cósmico foram feitas desde sua morte em 1937. – Com isso, passou a existir duas escolas da filosofia de “lovecraft” - Uma entende as obras de H.P. Lovecraft como ficções de terror e consequentemente Lovecraft como um talentoso mestre das palavras – a outra, um corpo selecionado de pessoas que vêem Lovecraft como um conhecedor de verdades cósmicas ocultas, considerando-o como um receptor, um profeta involuntário do Chaos.
Ainda que estranha, há uma evidência admissível para ambos os lados; Lovecraft sofria com estranhos sonhos relacionados a esses deuses antigos que representariam o próprio Caos. Alguns especialistas comparam essa estranha situação referente à Lovecraft e consideram que essa era uma situação que poderia ser chamada de dissonância cognitiva.

Ou seja, todos possuem modelos mentais de como as coisas são ou deveriam ser; isso inclui valores referentes a emoções, crenças, opiniões e etc. De forma que geralmente esses valores não
possuem qualquer relação entre si, mas mantêm uma relação de concordância, ou seja, consonância. Agora o problema se inicia a partir do momento em que surge uma nova informação onde essa informação entra em choque com o modelo mental existente, e isso é a dissonância cognitiva, pois as pessoas não se sentem bem com esse tipo de incoerência entre modelos. – Isso levando em conta a aflição de Lovecraft com algo que dizia respeito à lei natural das coisas... Que o universo tendia ao Caos. – Essa evidencia foi suficiente pra alguns, mas para muitos não passou de especula ção, principalmente para aqueles que viam Lovecraft como um profeta involuntário do Chaos; suas obras eram claras e muito do que era escrito se encaixava perfeitamente sobre os trabalhos místicos realizados na época.

H.P. Lovecraft então tomou seus sonhos como fonte de suas obras, transformando seus sonhos marte, transformando-os nos mitos de Cthulhu. - Lovecraft atingiu o receio das pessoas através de seus contos; um universo unidimensional onde habitam seres tão antigos e poderosos e etc. – Isso causou grande polemica.

Kenneth Grant indiretamente sugeriu que H. P. Lovecraft era semelhante a uma lente defeituosa que recebia imagens distorcidas; neste caso, distorcidas por medos pessoais e pela rejeição consciente produzida por sua mente por causa dos sonhos. Grant compara os trabalhos de Lovecraft com os de Crowley fazendo conexões explicitas das entidades comentadas por Crowley e as comentadas por Lovecraft;

Lovecraft fala a cerca dos Antigos em muitos dos seus trabalhos; de forma que essas forças viriam de uma dimensão externa, não conhecida pelo homem, e que essa passagem se daria como uma fusão entre os mundos e isso teria sido iniciado por pequenas brechas entre as dimensões causadas pelos crimes do ser humano contra a criação. Fala, também, a cerca do alinhamento das estrelas. O que nos faz pensar em um tema atual – O grande Tsunami que devastou a costa da Ásia matando milhares de pessoas e deslocando o Eixo do planeta em alguns centímetros - Certo, os cientistas disseram que isso não causaria dano ao planeta Terra, mas lembrando da teoria de Lorenz acerca do “Efeito Borboleta” onde pequenas modificações poderiam alterar completamente a forma final de determinadas situações... Creio que devemos levar em consideração que essa pequena alteração no Eixo da Terra pode provocar modificações no Universo; alinhamento de estrelas que nunca deveriam se alinhar e outras coisas mais.

O homem gerou o Caos parcial ao cometer crimes contra a criação, contra a vida esse Caos buscou por sua fonte original; O núcleo do Caos... Onde habitam os Sete deuses antigos e não revelados. – Esse conceito de não revelados se deu referente aos trabalhos ministrados por sacerdotes do Antigo Egito; sacerdotes que em segredo trabalhavam com forças relacionadas ao Caos Inicial, as forças originadas do Duat – espaço inferior onde às estrelas se perdem; no texto é tratado como o núcleo do Caos – porém esses trabalhos foram proibidos e esses deuses relacionados ao Duat, foram considerados deuses negros e ‘banidos’ – não revelados.

Os Antigos sempre foram cultuados; em cada Era e em cada povo por um nome diferente; mas nunca estiveram tão presentes como agora. – Porém existe uma visão negativa a cerca desta força contida no Chaos; mas devemos analisar que a vida como à conhecemos se origina do Caos e tende a retornar ao Caos – enquanto ausência de ordem – Porém se essa força for controlada ele pode se tornar algo de grande valor; é como um jardim que com o auxilio do jardineiro fica belo e receptivo, porém sem o jardineiro as plantas tendem a desordem... Se tornando um lugar repulsivo. – Do mesmo modo é o trabalho realizado junto aos Antigos enquanto pórticos de acesso ao Núcleo do Caos... Se essa força for trabalhada adequadamente, se torna algo incomparável. – É por isso que muitos nos enviam e-mails para se informarem de como se tornam membros do Círculo Iniciático dos Sete Caos e nós sempre respondemos que o sistema trabalhado se baseia em capacidade e não em conhecimento; e os testes realizados são baseados na capacidade de trabalhar com a força contida no Caos; É o sistema que escolhe e não o candidato que se faz escolhido – Logo sendo radical... Ao se trabalhar com a força contida no Centro do Caos só duas coisas podem acontecer;

1) Ou você se torna parte dele, pois é capacitado e se torna não um magista, mas parte da magia através da força contida neste núcleo caótico. – de forma a controlar toda essa força.

Ou

2) Fica louco por não suportar uma verdade primitiva e que sempre esteve ao nosso alcance. – Essa loucura vem não da força contida no Caos, mas da mente que tenta não acreditar em algo tão presente – da mente que se limita em paradigmas e dogmas.

O ser humano precisa entender que nós enquanto criação somos uma derivada do Caos; isso é constatado em todos os seguimentos e filosofias; pelos egípcios, hebreus e etc. - E se o homem e toda a criação é derivada deste Chaos... Porque não buscar as verdades contidas nele. – Somos co-herdeiros do Caos.

E como co-herdeiros; estamos ligados ao Caos como um todo; ao Universo como um todo; a Cria ção e consequentemente aos Antigos que são a representação desta força contida no Caos.


Sejamos parte dessa magia... E através desta força... Sejamos uma das faces do Caos; do Universo.

Ritual de Selagem dos Orifícios


Este ritual pode ser praticado pela pessoa sozinha ou com a ajuda de um parceiro ou parceira de trabalho espiritual, alguém que seja íntimo e com quem se sinta à vontade, para estar totalmente nua.

Procure estar num ambiente calmo e agradável, se possível onde você mantiver seu altar.

Em caso de emergência, pode ser feito em qualquer local.

Consagre a água e o sal da forma como você costuma fazer ao se preparar para um sabá ou qualquer ritual. Pegue a taça ou vasilha que você usa para a água, já consagrada, e despeje nela o sal.

Para a consagração, use o nome do Deus e Deusa que você normalmente cultua (não esqueça de mencionar ambos os nomes do Sagrado Casal, como Cernunnos e Aradia, Woden e Freya etc.)

Visualize fortemente em sua mente um "selo" ou lacre com a imagem desses deuses protegendo você, como se esse selo fosse realmente um objeto a ser "colado" sobre os orifícios a serem selados.

Coloque o dedo indicador de sua mão direita na mistura de água e sal, toque cada um dos orifícios a serem selados, um de cada vez (molhe o dedo novamente para cada um) e repita em voz alta: "Que sejas selado contra todo o Mal" ("Be thou sealed against all evil").

Ao dizer a invocação, pense firmemente no selo que você visualizou, como se ele estivesse sendo colocado concretamente sobre o orifício.

Os orifícios do corpo são os seguintes e devem ser selados nessa ordem:

MULHERES: olho direito, olho esquerdo, orelha direita, orelha esquerda, narina direita, narina esquerda, boca, mamilo direito, mamilo esquerdo, umbigo, uretra (dentro da vagina), abertura vaginal e ânus (13 no total).

HOMENS: olho direito, olho esquerdo, orelha direita, orelha esquerda, narina direita, narina esquerda, boca, mamilo direito, mamilo esquerdo, umbigo, ponta do pênis e ânus (12 no total).

Muitas mulheres possuem um "terceiro mamilo", no meio ou logo abaixo dos mamilos dos seios (a chamada "linha do leite").
Seria um terceiro seio (a marca da Tríplice Deusa) que geralmente não se desenvolve e muitas vezes é confundido com uma "verruga de nascença", mas na verdade é uma das marcas irrefutáveis de que uma mulher é uma bruxa.

É FUNDAMENTAL para proteção que esse "terceiro mamilo" seja selado.

Se no momento do ritual você tiver algum machucado ou ferida ainda não totalmente cicatrizado, em qualquer parte do corpo (homens e mulheres), eles devem ser selados também, após os já mencionados.

Depois dessa primeira selagem, mantenha sempre em sua mente o formato do selo que você utilizou.

Se durante o sono ou em qualquer outra situação você se sentir sendo vítima de um "ataque psíquico" ou vampirização energética, feche os olhos e mentalize o selo sobre os orifícios.

Mesmo sem o uso da água e sal e sem a colocação dos dedos sobre os locais, ele será eficiente.

Técnica Básica de Ataque Astral


O objetivo desta técnica é produzir um ataque, que poderá até mesmo apresentar sintomas físicos, mas ao menos irá "plantar" uma determinada vontade em seu alvo. Há apenas um item necessário para que esta técnica funcione, uma vontade verdadeira de que algo aconteça.

Sente-se confortavelmente e em local que não será perturbado de forma alguma, relaxe. Busque seu alvo no astral (lembre seu nome, visualize seu rosto, lembre de sua voz, sinta seu perfume, note sua respiração). Sim, a respiração é um ponto importante para esta técnica, sincronize sua respiração com a de seu alvo (ou com a percepção do mesmo).

Neste ponto, visualize o coração de seu alvo batendo dentro de seu peito. Agora é o momento de "banhar" o coração de seu alvo com seu comando, para isto você pode visualizar qualquer coisa (desde que ligeiramente líquida) na cor que melhor "combinar" com suas intenções, visualize este líquido escorrendo por este coração e sendo absorvido por ele. hehehe... está feito.

Feito isto, esqueça completamente o que foi feito até que aconteça o que você quer, que pode demorar ou não, isto irá depender tanto de sua prática como das defesas de seu alvo.

Para melhorar você pode proceder da seguinte maneira, é bastante simples:

1 - Quando estiver visualizando o coração da pessoa batendo, tente ouvir seus batimentos, simultâneamente com o seus próprios batimentos. Se neste momento você se sentir um tanto desorientado, é um sinal de que tudo está indo muito bem.
2 - Ter a pessoa por perto, dentro de seu campo de visão, mas esta é um pouco mais difícil, pois todos os passos devem ser seguidos, porém com os olhos abertos e fixos na pessoa, se possível olhando em seus olhos.

Zazen


O QUE É O ZAZEN?

A prática do zazen também é conhecida por meditação vazia, o zazen é a forma mais próxima da iluminação experimentada pelo Buda Shakiyamuni, sob a árvore de Bo, em Magadha. Em tempos remotos todas as tradições budistas realizavam a prática do zazen, que foi enaltecida pela 28º. patriarca, Bodhidharma, que da Índia levou para a China, mais precisamente para o Mosteiro de Shaolin. No "País do Centro", em torno do século VI da nossa era, o zazen era treinamento comum entre os monges que moravam nos mosteiros. Não obstante, com o fortalecimento de ramos do budismo, denominadas escolas ou tradições, muitas delas acabaram dando importância menor à meditação e, por fim, abandonando-a.

Entre as escolas que enaltecem a prática da meditação, a mais rigorosa são as do segmento Zen.Outrora, na China existiram cinco escolas do ramo Zen. No Japão, três são as escolas, entre estas a Soto Zen, a que mais dá importância na prática do zazen. A respeito disso, o fundador deste segmento, Eihei Dogen escreveu o antológico tratado "Fukanzazengi" sobre a forma de se praticar o zazen. Outro ensinamento de Dogen a respeito da prática é quando diz: "Shikantaza". Ou, dito de maneira enfática e inteligível "apenas sente-se".

COMO FAZER ZAZEN

O local

Para fazer zazen, procure um lugar calmo onde você possa sentar sem perturbações. Não deve ser nem muito escuro, nem muito claro, deve ser quente no inverno e fresco no verão. O local de sentar deve estar em ordem e limpo.

Se possível, deve haver um altar com uma imagem de Monjushri Bodisatva. Se não houver nenhuma disponível, qualquer imagem de Buda ou de um Bodisatva está bem. Também, se possível, faça uma oferta de flores no altar e acenda incenso.

Preparando-se

Evite sentar se você não dormiu o suficiente, ou quando estiver fisicamente exausto. Antes de sentar, coma moderadamente e evite bebidas alcoólicas. Lave seu rosto e seus pés a fim de sentir-se renovado.

Vestimenta

Evite roupas sujas ou peças de vestuário que sejam luxuosas ou caras. Também é aconselhável evitar roupas pesadas. Vista-se confortavelmente, mas não com descuido. Nos mosteiros Zen Japoneses, não se usam meias no zendo.

Posição do zafu

Posicione um zabuton em frente a uma parede e coloque um zafu sobre ele. Sente-se, posicionando a base da coluna no centro do zafu, de forma que metade do zafu fique atrás de você. Depois de cruzar suas pernas, apóie com firmeza seus joelhos sobre o zabuton.
Cruzando suas pernas(1): posição de lótus-cheio (kekkahuza)
Coloque seu pé direito sobre sua coxa esquerda, e a seguir o seu pé esquerdo sobre sua coxa direita. Cruze suas pernas de forma que as pontas de seus dedos do pé e o lado externo das suas coxas formem uma só linha.

Cruzando suas pernas (2): posição lótus-metade (hankahuza)
Simplesmente coloque seu pé esquerdo sobre sua coxa direita. Ao cruzar as pernas, seus joelhos e a base da sua coluna vertebral devem formar um triângulo equilátero. Esses três pontos dão suporte ao peso do seu corpo. Na kekkafuza (Lótus Completa), a ordem em que você cruza suas pernas pode ser inversa, e na hankafuza (Meia Lótus), elevar a perna oposta é aceitável.

Postura

Apóie ambos os joelhos firmemente no zabuton, endireite a lombar, seus glúteos devem ficar para trás, enquanto seus quadris devem ficar para frente, e endireite sua coluna. Encaixe seu queixo para dentro e alongue seu pescoço como se fosse alcançar o teto. Suas orelhas devem estar alinhadas com os ombros, e seu nariz alinhado com seu umbigo. Depois de endireitar sua coluna, relaxe seus ombros, costas e abdômem sem mudar sua postura. Sente-se ereto, sem inclinar-se nem para a esquerda, nem direita, nem para frente ou para trás.

Mudra Cósmico (Hokkaijoin)

Posicione sua mão direita, com a palma voltada para cima, sobre seu pé esquerdo, e sua mão esquerda, também com a palma voltada para cima, sobre a palma da mão direita. As pontas dos polegares tocam-se levemente. Essa posição de mãos chama-se hokkai-join (Mudra Cósmico). Posicione as pontas de seus polegares em frente ao seu umbigo, e seus braços levemente afastados do corpo.

A boca

Mantenha a boca fechada, colocando sua língua contra o céu-da-boca logo atrás dos dentes.

Os olhos

Mantenha os olhos entreabertos; pousados a 45 graus. Sem focalizar nada em particular, deixe que todas as coisas ocupem seus lugares em seu campo de visão. Se seus olhos estiverem fechados, você facilmente cairá em sonolência ou será levado pela imaginação.

Exalar completamente e tomar ar (Kanki-issoku)

Faça uma exalação profunda, seguida de uma inalação profunda, ambas silenciosamente. Abra sua boca apenas o bastante para exalar de forma suave e lenta. A fim de exalar todo o ar de seus pulmões, exale a partir do abdômem. Depois disso, feche sua boca e continue a respirar pelas narinas naturalmente. Isso se chama kanki-issoku.

Balançar o corpo

Coloque suas mãos, com as palmas voltadas para cima, sobre seus joelhos, e balance a parte superior de seu corpo da esquerda para a direita algumas vezes. Sem mexer os quadris, mova seu tronco como se ele fosse um mastro inclinando-se para um lado e para o outro, a fim de alongar a cintura e os músculos do quadril. Você também pode balançar para frente e para trás. Inicialmente esse movimento deve ser amplo, para tornar-se a cada vez menor, e finalmente cessar com seu corpo centrado em uma posição vertical, ereta. Novamente forme o hokkai-join com suas mãos e assuma uma posição ereta, imóvel.

Respiração abdominal

Durante o Zazen, respire silenciosamente pelas narinas. Não tente controlar a respiração. Deixe-a ir e vir tão naturalmente a ponto de você se esquecer que está respirando. Deixe que as respirações longas sejam longas, e que as curtas sejam curtas. Não faça barulho, evitando uma respiração pesada.

Estado de ser cônscio (Kakusoku)

Não se concentre em nenhum objeto em particular, nem tente controlar seus pensamentos. Quando você mantém uma postura correta e sua respiração se acalma, sua mente ficará tranquila de forma natural.Quando muitos pensamentos surgirem, não fique preso, nem lute com eles; não os siga, nem tente escapar deles. Apenas deixe-os existir, permitindo que surjam e desapareçam livremente. O essencial ao praticar zazen é despertar (kakusoku) da distração e do entorpecimento e voltar para a postura correta momento a momento.

Levantando-se do zazen

Ao terminar o zazen, faça uma reverência em gassho; coloque suas mãos sobre as coxas com as palmas voltadas para cima; balance seu corpo algumas vezes, primeiro apenas um pouco e depois em um movimento mais amplo. Inspire profundamente. Descruze as pernas. Mova-se devagar, especialmente se suas pernas estiverem adormecidas. Não se levante abruptamente.

A RESPIRAÇÃO DURANTE O ZAZEN

Sobre a respiração durante o zazen. Dogen Zenji diz no Eihei-koroku (Coleção Formal de Discursos e Poemas de Dogen Zenji), vol.5: “Em nosso zazen, é de fundamental importância sentar-se na postura correta. A seguir, regular a respiração e se acalmar. Na Hinayana, há duas formas básicas (para a prática do iniciante): uma é contar as respirações, e a outra é contemplar a impureza (do corpo). Em outras palavras, um praticante Hinayana regula sua respiração ao contá-la. A prática dos budas e ancestrais, porém, é completamente diferente da prática Hinayana. Um mestre ancestral disse: ‘É melhor ter a mente de uma raposa enganosa do que seguir o caminho de auto-controle Hinayana’. Duas das escolas Hinayana (praticadas) no Japão hoje são a Shibunritsu (a escola dos preceitos) e a Kusha (a escola baseada no Abhidharma-kosa).

Existe também a maneira Mahayana para regular a respiração. E essa é saber que uma respiração longa é longa, e que uma curta é curta. A respiração atinge o tanden e se inicia ali. Apesar da inala ção e da exalação serem diferentes, ambas passam pelo tanden. Quando você respira através do abdômem, é fácil perceber a transitoriedade (da vida), e harmonizar a mente.

Tarot Goético


Demônios, como viemos a entendê-los, hoje, são um subproduto direto e inevitável do monoteísmo, que não quer dizer que algumas forças espirituais não são mais perigosas que outros, mas sim que a idéia de um ser espiritual completamente “mal” só ocorre em uma cosmologia em que padrões morais absolutos aplicáveis. Uma vez que um ser, ou mesmo uma classe de seres, é elevada a um estado de autoridade moral absoluta, todos os outros devem ser forçados a desempenhar o papel de uma das apoiantes desta hegemonia ou seus inimigos, assim, sustentar-se não apenas um bem absoluto, mas um mundo de mal absoluto também. Esses mundos, felizmente, não existem.
          O ponto que eu estou tentando fazer é que a maioria dos demônios reconhecidos hoje no Ocidente eram adorados como deuses nas culturas pré-cristãs. Isso não quer dizer que os deuses que se tornaram igrejas mais poderosos demônios não foram colocadas no campo do adversário, por boas razões, uma vez que muitos destes estavam entre os mais ferozes adversários do culto conformista que procurou varrer o mundo inteiro em sua singular visão espiritual. O que estou dizendo é que o antagonismo desses espíritos para o homem comum tem sido muito exagerado, e o principal perigo enfrenta por se aliar a eles não é de nenhum deles por dizer, mas a partir do antagonismo que granjearam para si a partir de o sistema. Se você for corajoso o suficiente para rejeitar a mentira de um caminho, uma verdade, e uma luz para todos os povos, e pode aceitar as consequências que decorrem diretamente tais não-conformidades, então você tem pouco a temer e muito a ganhar com o demoníaco reino em si.

          No mundo mágico, não há acidentes, nada é ao acaso, e o que vemos é simplesmente uma coincidência como as manifestações de nosso próprio poder por detrás do véu da ignorância humana. Para explorar o poder da sincronicidade.





AR - ESPADAS


Ás de Espadas
6 de Espadas: Ciência
Lucifer – Senhor do inferno e elemental do ar
Ronwe – Demônio da linguagem
Enn: “Renich Tasa Uberaca Biasa Icar Lucifer”
Enn: “Kaymen vefa Ronwe”


2 de Espadas: Paz
7 de Espadas: Futilidade
Lucifage Rofocale – Central de inteligencia
Verrier – Demônia da psicofarmacologia
Enn: “Eyen tasa valocur Lucifage Rofocale”
Enn: “Elit rayesta Verrier”


3 de Espadas: Sofrimento
8 de Espadas: Interferencia
Delepitoré- A Semente da Magía
Verrine – Demônio da Saude publica
Enn: “Deyen pretore ramec Delepitore on ca”
Enn: “Elan typan Verrine”


4 de Espadas: Trégua
9 de Espadas: Crueldade
Andromalius- Assuntos infernais
Vinae- Localizador de bruxas de Lucifer
Enn: “Tasa fubin Andromalius on ca”
Enn: “Eyesta nas Vinae ca laris”


5 de Espadas: Derrota
10 de Espadas: Ruìna
Unsere – A conciência canibal
Dantalion- Mestre da Mente
Enn: “Unsere tasa lirach on ca ayar”
Enn: “Avage ayer Dantalion on ca”





                        FOGO - PAUS


Ás de Paus
6 de Paus: Vitória
Satanás – Senhor do Inferno e Elemental do Fogo
Azazel – Mestre da Alquimia e da Segunda Guerra
Enn: “ Tasa reme laris Satan – Ave Satanis “
Enn: “Ayer Serpente Azazel“[desculpe a palavra serpente estava no texto original]


2 de Paus: Domínio
7 de Paus: Valor
semjaza – Grande Geral dos exércitos infernais
Amducious – Bardo Infernal
Enn: “ Furca na alle laris Semjaza “
Enn: “ Denyen valocur avage secore Amdusias“


3 de Paus: Virtude
8 de Paus: Rapidez
Agaliarept – Chefe da Inteligência Militar do Inferno
Svengali – Demônio da Vingança
Enn: “ On ca Agaliarept agna “
Enn: “ Desa on Svengali ayer”


4 de Paus: Conclusão
9 de Paus: Força
Belphegore – Mestre de armaduras e armas
Tezrian – Sacerdotisa da Batalha
Enn: “ Lyan ramec catya ganen Belphegore “
Enn: “Ezyr ramec ganen Tezrian“


5 de Paus:  Combate
10 de Paus: Opressão
Samael – O Veneno de Deus
Amon – demônio da dominação
Enn: “Ganic tasa fubin Samael“
Enn: “Avage secoré Ammon ninan“





                        ÁGUA - COPAS


Ás de Copas
6 de Copas: Prazer
Leviathan – Senhor do Inferno e Elemental da Água
Rashoon – Sacerdotisa da Sedução
Enn: “Jaden tasa hoet naca Leviathan”
Enn: “Taran Rashoon nanay”


2 de Copas: Amor
7 de Copas: Devassidão
Rosier – Demônio do amor
Astarot – Sacerdotisa do coração
Enn: “Serena alora Rosier aken”
Enn: “Serena alora Astartot aken”


3 de Copas: Abundancia
8 de Copas: Indolência
Astarte – “Demônia” do amor
Ashtaroth – Sacerdotisa da amizade
Enn: “Serena alora Astarte aken”
Enn: “Tasa alora foren Ashtaroth”


4 de Copas: Luz
9 de Copas: Felicidade
Luithian – Assessor de Leviathan
Asafoetida – “Demônia” dos atributos femininos
Enn: “Deyan anay tasa Luithian”
Enn: “Asana nanay on ca Asafoetida”


5 de Copas: Desapontamento
10 de Copas: Saciedade
Asmodeus – Demonio da luxúria
Taroon – Sacerdotisa do Desejo
Enn: “Ayer avage aloren Asmodeus aken”
Enn: “Taroon an ca nanay”

                        TERRA - OUROS


Ás de Ouros
6 de Ouros: Sucesso
Belial – Senhor do inferno e Elemental da Terra
Mammon – Demônio da Avareza
Enn: “Lirach tasa vefa wehlc Belial”
Enn: “Tasa Mammon on ca lirach”


2 de Ouros: Mudança
7 de Ouros: Falha
Mesphito – Guardião do livro da morte
Eurynomous – Demônio da morte
Enn: “Mesphito ramec viasa on ca”
Enn: “Ayar secoré on ca Eurynomous”


3 de Ouros: Trabalho
8 de Ouros: Prudencia
Beelzebuth – Senhor dos Insetos
Baalberith – Principe da Morte
Enn: “Adey vocar avage Beelzebuth”
Enn: “Avage secoré on ca Baalberith”


4 de Ouros: Poder
9 de Ouros: Ganho
Lilith – Princesa do inferno
Babeal – Guardião das Covas
Enn: “Renich viasa avage Lilith lirach”
Enn: “Alan secoré on ca Babeal”


5 de Ouros: Ansiedade
10 de Copas: Saciedade
Abbadon – Assessoria
Taroon – Sacerdotisa do Desejo
Enn: “Es na ayer Abbadon avage”
Enn: “Taroon an ca nanay”